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Comissão debate educação inclusiva para estudantes com deficiência visual; participe

Paulo H Carvalho/Agência Brasília
Direitos Humanos - deficientes - braille - O Dia Nacional do Sistema Braille é celebrado neste 8 de abril e permanece como um ‘ponto de luz’ ao lembrar como o método é indispensável na vida de pessoas cegas e com deficiência visual. O braille significa, antes de tudo, inclusão social. Aqui no DF, a Biblioteca Dorina Nowill, em Taguatinga, é a única unidade pública braille e o ponto de encontro desse público que a adota como uma segunda casa.
Audiência debate acesso de estudantes com deficiência visual a material didático adaptado

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência realiza, nesta terça-feira (24), às 13 horas, audiência pública para discutir as políticas de educação inclusiva voltadas a estudantes com deficiência visual. O debate será no plenário 13.

A audiência será interativa; veja quem foi convidado e envie suas perguntas.

O debate atende a pedido do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O objetivo é esclarecer informações recebidas pela comissão sobre dificuldades na disponibilização de livros didáticos em Braille e em outros formatos acessíveis no início do ano letivo de 2026, situação que pode comprometer o direito à aprendizagem de estudantes cegos ou com baixa visão.

O parlamentar ressalta que a matéria possui “elevada relevância constitucional e social”, pois envolve:

  • o direito fundamental à educação;
  • a igualdade de condições de acesso e permanência na escola;
  • as obrigações constitucionais e legais de promoção da educação inclusiva;
  • a Lei Brasileira de Inclusão, que impõe acessibilidade educacional obrigatória.

Rollemberg destaca ainda que a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação, por sua competência institucional, desempenha papel central na formulação, acompanhamento e garantia das políticas de diversidade e inclusão educacional.